domingo, 30 de setembro de 2007
O verdadeiro ciclo da vida
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente... Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso... Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo... Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar... Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria...
Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara pra faculdade... Você vai pro colégio, tem várias namoradas... Vira criança, não tem nenhuma responsabilidade... Se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe... Passa seus últimos nove meses de vida flutuando... E termina tudo com um ótimo orgasmo!!! Não seria perfeito?
Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara pra faculdade... Você vai pro colégio, tem várias namoradas... Vira criança, não tem nenhuma responsabilidade... Se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe... Passa seus últimos nove meses de vida flutuando... E termina tudo com um ótimo orgasmo!!! Não seria perfeito?
Depois de um tempo vc aprende
Depois de algum tempo você aprende a diferença
Depois de algum tempo você
aprende a diferença, a sutil
diferença entre dar
a mão e acorrentar uma alma
E você aprende que amar não
significa apoiar-se,
e que companhia nem
sempre significa segurança.
E começa a aprender que
beijos não são
contratos e presentes
não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas
com a cabeça erguida e
olhos adiante, com a graça
de um adulto e não com
a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas
as suas estradas no hoje,
porque o terreno do
amanhã é incerto
demais para os
planos,e o futuro
tem o costume de
cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende
que o sol queima se ficar
exposto por muito tempo.
E aprende que não importa
o quanto você se
importe, algumas pessoas
simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão
boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em
quando e você precisa
perdoá-la, por isso.
Aprende que falar pode aliviar
dores emocionais.
Descobre que se leva anos
para se construir confiança e apenas
segundos para destruí-la,
e que você pode fazer
coisas em um instante,
das quais se arrependerá
pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades
continuam a crescer mesmo
a longas distâncias.
E o que importa não é o que
você tem na vida, mas
quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família
que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar
de amigos se compreendemos
que os amigos mudam, e
percebe que seu melhor
amigo e você podem
fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons
momentos juntos.
Descobre que as pessoas
com quem você mais se
importa na vida são
tomadas de você
muito depressa,por
isso sempre devemos
deixar as pessoas
que amamos com
palavras amorosas.
Pode ser a última vez que
as vejamos.
Aprende que as circunstâncias
e os ambientes têm
influência sobre nós, mas
nós somos responsáveis
por nós mesmos.
Começa a aprender que não deve
se comparar com os outros,
mas como melhor
que você pode ser.
Descobre que leva muito
tempo para se tornar
a pessoa que se
quer ser, e que o
tempo é curto.
Aprende que não importa onde
já chegou, mas onde
está indo, mas se você
não sabe para onde
está indo, qualquer
lugar serve.
Aprende que, ou você controla
seus atos ou eles o
controlarão, e que
ser flexível não significa ser
fraco ou não ter personalidade,
pois não importa quão
delicada e frágil seja uma
situação, sempre existem
dois lados.
Aprende que heróis são
pessoas que fizeram
o que era necessário fazer,
enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência
requer muita prática.
Descobre que algumas vezes
a pessoa que você
espera que o chute
quando você cai
é uma das poucas que o
ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade
tem mais a ver com os tipos
de experiência que
se teve e o que você
aprendeu com elas
do que com
quantos aniversários
você celebrou.
Aprende que há mais dos
seus pais em você
do que você supunha.
Aprende que nunca se deve
dizer a uma criança que
sonhos são bobagens, poucas
coisas são tão humilhantes
e seria uma tragédia se ela
acreditasse nisso.
Aprende que quando está com
raiva tem o direito
de estar com raiva,
mas isso não te dá
o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém
não o ama do jeito que você quer
que ame, não significa que esse
alguém não o ama com tudo o
que pode, pois existem
pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem
como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre
é suficiente ser
perdoado por alguém,
algumas vezes você
tem que aprender
a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma
severidade com
que julga, você será
em algum
momento condenado.
Aprende que não importa
em quantos pedaços seu
coração foi partido,
o mundo não pára para
que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo
que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim
e decore sua alma, em
vez de esperar que
alguém lhe traga flores.
E você aprende que,
realmente pode suportar...
que realmente é forte,
e que pode ir muito mais longe
depois de pensar
que não agüenta mais.
E que realmente a vida
tem valor e que
você tem valor diante da vida!
"Nossas dádivas são traidoras
e nos fazem perder".
Depois de algum tempo você
aprende a diferença, a sutil
diferença entre dar
a mão e acorrentar uma alma
E você aprende que amar não
significa apoiar-se,
e que companhia nem
sempre significa segurança.
E começa a aprender que
beijos não são
contratos e presentes
não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas
com a cabeça erguida e
olhos adiante, com a graça
de um adulto e não com
a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas
as suas estradas no hoje,
porque o terreno do
amanhã é incerto
demais para os
planos,e o futuro
tem o costume de
cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende
que o sol queima se ficar
exposto por muito tempo.
E aprende que não importa
o quanto você se
importe, algumas pessoas
simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão
boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em
quando e você precisa
perdoá-la, por isso.
Aprende que falar pode aliviar
dores emocionais.
Descobre que se leva anos
para se construir confiança e apenas
segundos para destruí-la,
e que você pode fazer
coisas em um instante,
das quais se arrependerá
pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades
continuam a crescer mesmo
a longas distâncias.
E o que importa não é o que
você tem na vida, mas
quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família
que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar
de amigos se compreendemos
que os amigos mudam, e
percebe que seu melhor
amigo e você podem
fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons
momentos juntos.
Descobre que as pessoas
com quem você mais se
importa na vida são
tomadas de você
muito depressa,por
isso sempre devemos
deixar as pessoas
que amamos com
palavras amorosas.
Pode ser a última vez que
as vejamos.
Aprende que as circunstâncias
e os ambientes têm
influência sobre nós, mas
nós somos responsáveis
por nós mesmos.
Começa a aprender que não deve
se comparar com os outros,
mas como melhor
que você pode ser.
Descobre que leva muito
tempo para se tornar
a pessoa que se
quer ser, e que o
tempo é curto.
Aprende que não importa onde
já chegou, mas onde
está indo, mas se você
não sabe para onde
está indo, qualquer
lugar serve.
Aprende que, ou você controla
seus atos ou eles o
controlarão, e que
ser flexível não significa ser
fraco ou não ter personalidade,
pois não importa quão
delicada e frágil seja uma
situação, sempre existem
dois lados.
Aprende que heróis são
pessoas que fizeram
o que era necessário fazer,
enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência
requer muita prática.
Descobre que algumas vezes
a pessoa que você
espera que o chute
quando você cai
é uma das poucas que o
ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade
tem mais a ver com os tipos
de experiência que
se teve e o que você
aprendeu com elas
do que com
quantos aniversários
você celebrou.
Aprende que há mais dos
seus pais em você
do que você supunha.
Aprende que nunca se deve
dizer a uma criança que
sonhos são bobagens, poucas
coisas são tão humilhantes
e seria uma tragédia se ela
acreditasse nisso.
Aprende que quando está com
raiva tem o direito
de estar com raiva,
mas isso não te dá
o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém
não o ama do jeito que você quer
que ame, não significa que esse
alguém não o ama com tudo o
que pode, pois existem
pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem
como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre
é suficiente ser
perdoado por alguém,
algumas vezes você
tem que aprender
a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma
severidade com
que julga, você será
em algum
momento condenado.
Aprende que não importa
em quantos pedaços seu
coração foi partido,
o mundo não pára para
que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo
que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim
e decore sua alma, em
vez de esperar que
alguém lhe traga flores.
E você aprende que,
realmente pode suportar...
que realmente é forte,
e que pode ir muito mais longe
depois de pensar
que não agüenta mais.
E que realmente a vida
tem valor e que
você tem valor diante da vida!
"Nossas dádivas são traidoras
e nos fazem perder".
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Tropa de Elite
Adriana Facina (UFF/Observatório da Indústria Cultural)
Mardonio Barros(MST/Observatório da Indústria Cultural)
"Homem de preto,
qual é sua missão?
É invadir favela
E deixar corpo no chão."
Esse "canto de guerra" é um dos muitos entoados pelo BOPE (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar) nos seus treinamentos. Muito significativo e direto, já que mostra claramente onde se localizam os inimigos a serem abatidos. Trata-se de uma guerra contra os pobres, recrudescida em tempos neoliberais nos quais a contrapartida da criação de uma sociedade do desemprego é a necessidade das classes dominantes ampliarem não somente os meios para obtenção do consenso, mas também os instrumentos coercitivos que mantenham os oprimidos sob controle.
Em meio às crescentes denúncias contra a atuação do BOPE nas favelas cariocas, que se pauta por uma política deliberada de extermínio ao arrepio do Estado de direito, surgem nas ruas da cidade cópias do filme Tropa de elite, antes mesmo de seu lançamento no cinema, previsto para o mês de outubro. Tropa de elite já é um sucesso de público, está "na boca do povo", fascina adolescentes e mesmo crianças de classe média, e reúne no orkut uma comunidade com mais de 55 mil membros. Virou também assunto da imprensa, devido ao suposto vazamento da cópia não autorizada, que acarretou processos e ameaças de prisão dos envolvidos.
Com produção no estilo hollywoodiano, o filme tem como ponto de partida o livro Elite da tropa, escrito pelo sociólogo e ex-subsecretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro Luiz Eduardo Soares, pelo capitão do BOPE André Batista (negociador no seqüestro do ônibus 174) e por Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE. Mas não reproduz fielmente nas telas as histórias nele contadas. O personagem central nessa articulação é Rodrigo Pimentel, um dos roteiristas do filme. Pimentel foi "descoberto" no documentário Notícias de uma guerra particular, de 1997, dirigido por João Moreira Salles e Kátia Lund e forneceu o mote do título do filme, enunciando uma tese que vem ganhando fôlego e pautando as políticas de segurança pública do Estado: vivemos num estado de guerra entre, de um lado, o Estado e os "cidadãos de bem" e, de outro, os bandidos/traficantes. E não se trata de qualquer guerra. Mas sim de uma guerra total que, nos moldes da "guerra ao terror" empreendida por Bush, justifica a suspensão dos direitos humanos e legitima práticas ilegais como torturas e execuções sumárias com base na idéia de que elas são necessárias para garantir a segurança pública. É preciso lembrar ainda que argumento semelhante foi amplamente utilizado, na história recente do país, para justificar os arbítrios cometidos pelo Estado durante a ditadura militar. No caso do filme, é o narrador, capitão Nascimento, que afirma: "se o BOPE não existisse, os traficantes já teriam tomado a cidade há muito tempo". Nessa lógica de um tudo ou nada distorcido, quem defende direitos humanos, defende os bandidos e é cúmplice da violência urbana que assola a cidade.
Cúmplices são também os que consomem as drogas ilícitas vendidas nas favelas. O tráfico de armas (e a indústria bélica que dele se beneficia), as ligações extra-favela do tráfico que, como todos sabem, atingem autoridades que organizam de fato as redes do crime, cujo elo mais fraco são os "vagabundos" assassinados cotidianamente pelo Estado, não são levados em conta nesse argumento. Numa das cenas mais chocantes do filme, capitão Nascimento, após comandar uma ação que resulta na morte de um traficante, esfrega o rosto de um estudante, que estava na favela consumindo drogas, em cima do sangue que sai do buraco aberto pela bala no peito do jovem morto e pergunta se ele sabia quem havia matado o rapaz. O estudante diz que foi um dos policiais, ao que Nascimento responde: "um de vocês é o caralho! Quem matou esse cara aqui foi você. Seu viado, seu maconheiro, é você quem financia essa merda. A gente sobe aqui pra desfazer a merda que vocês fazem."
Portanto, coerção e consumo estão no centro das teses que organizam o filme.
Tropa de elite conta a história do drama privado do capitão Nascimento, significativo nome para um oficial "padrão" de uma polícia que tem como símbolo uma faca na caveira. Capitão Nascimento vai ser pai e o nascimento de seu filho o impulsiona a buscar um substituto no comando de uma guarnição do BOPE. Cansado da "guerra" cotidiana travada nas favelas cariocas, com síndrome do pânico e pressionado pela esposa grávida, Nascimento é um herói humanizado, um personagem complexo, ao mesmo tempo forte, incorruptível, carismático e também frágil, capaz de sentir remorsos pela morte de um menino fogueteiro, denominado por ele "sementinha do mal", que resulta de uma operação sob seu comando.
Os candidatos a substituto de Nascimento são Neto e Matias, aspirantes a oficiais da polícia militar que se negam a participar dos esquemas de corrupção da corporação e, por conta disso, acabam se incorporando ao curso preparatório do BOPE. Neto é descrito como tendo a polícia no coração. Destemido e impulsivo, exímio atirador, gostava dos combates nas favelas e era o favorito de Nascimento. Seu amigo Matias, negro e de origem pobre, era mais racional, "gostava da lei" e se dividia entre ser estudante de direito da PUC e pertencer à polícia. Seguindo a classificação de Nascimento, os policiais cariocas só têm três alternativas: "ou se corrompem, ou se omitem ou vão para guerra". Aprendizes de heróis, Neto e Matias só poderiam seguir a terceira opção.
Por conta da faculdade, Matias se envolve com uma menina de classe média alta que dirige uma ONG patrocinada por um político no Morro dos Prazeres e "fechada" com o chefe do tráfico na favela. A princípio, seus colegas da faculdade, ligados à ONG, não sabem que Matias é policial. Todos os estudantes são consumidores de drogas ilícitas. Um deles é "avião" e vende drogas na universidade.
Baiano, o chefe do tráfico na favela da ONG, assim como os colegas e a namorada de Matias descobrem que ele é policial através de uma foto que sai publicada nas páginas de um jornal. Esse fato desencadeia uma série de eventos que culminam na morte de Neto e na conversão definitiva de Matias em oficial do BOPE durante a caça a Baiano, motivada pela necessidade de vingar a morte do amigo. O policial que "gostava da lei" passa a torturar e executar, provando assim sua conversão de corpo e alma. O homem preto se torna homem de preto, "caveira, meu capitão".
Nossos mariners tupiniquins são apresentados como soldados muito bem treinados, capazes de suportar um treinamento destinado a poucos, uma elite exemplar com um papel fundamental no estado de sítio em que vivemos: conter os pobres. Tropa de elite recolhendo corpos supérfluos daqueles que, em outros tempos, eram exército de reserva de mão-de-obra e que hoje, em meio ao desemprego estrutural e à ditadura do capital financeiro, são o lixo da sociedade.
A necessidade de conter (e mesmo eliminar) os pobres é o objetivo dessa guerra particular ou privada e, nesse contexto, uma tropa de elite se configura como uma tropa DA elite, necessária para garantir a ordem e o respeito à propriedade privada. Isso explica porque 100% das operações do BOPE são realizadas em favelas.
No filme, o discurso que legitima o BOPE e suas ações é persuasivo e se articula em três níveis. Num primeiro nível, o BOPE aparece como uma resposta à ineficiência e corrupção da "polícia convencional" e aos políticos que a alimentam. Assim, essa elite de policiais é apresentada como incorruptível e como um padrão a ser seguido, de referência internacional. O lema "faca na caveira e nada na carteira" resume esse discurso moralista e pragmático que atende perfeitamente aos apelos midiáticos por ordem e moralidade.
Um segundo nível pode ser identificado na apresentação do BOPE como uma seita que, através de um árduo rito de passagem – o curso de treinamento -, seleciona homens fortes, honestos e "formados na base da porrada", preparados para resistir às piores provações. A seleção é a base da consolidação de uma camaradagem entre essa elite, em oposição àqueles que "nunca serão", reatualizada nas práticas cotidianas de transgressão da lei. Numa das cenas do filme, um coronel e seus comandados, entre eles Nascimento, estão organizando as turmas do curso preparatório. Entre risadas e num clima descontraído, o coronel diz que não quer saber de tímpano perfurado em aula inaugural e de mão cortada. Mesma complacência para com os "excessos", que afinal sempre podem ser "merecidos", que ocorrem durante as operações nas favelas. Em tempos de fragmentação, individualismo e consumismo, podemos imaginar o apelo desse discurso que louva um corpo de homens unidos por um forte sentimento de pertencimento a uma elite e por um orgulho quase racial, seres superiores, elevados, em meio ao mundo de miséria, fraqueza e corrupção. Homens de caráter em tempos de corrosão do caráter. [1]
O terceiro nível desse discurso persuasivo é o do indivíduo, de seus dramas pessoais, que humaniza o herói e o aproxima dos seres humanos comuns, capazes de se reconhecerem e se identificarem com ele. Capitão Nascimento é o herói que sacrifica a vida pessoal e que não estende sua brutalização à vida privada. Como na cena em que ele, durante uma operação na favela, logo depois de se emocionar ao ouvir ao celular o coração do filho batendo na barriga da mãe, manda seu subordinado atirar dizendo: "senta o dedo nessa porra!". Ou no momento em que, de farda, vindo da "guerra", chora ao ver seu filho recém-nascido na maternidade. Nascimento trata sua mulher de forma amorosa e se sensibiliza com as pressões que ela faz para que ele saia do BOPE. Com exceção de uma cena, após a morte de Neto, a única em que ele aparece fardado no ambiente doméstico, na qual ele grita: "quem manda nessa porra aqui sou eu e você não vai mais abrir a boca para falar do meu batalhão nessa casa". Significativamente, após impor seu comando em casa, ele fica curado dos ataques de pânico e joga fora os medicamentos psiquiátricos que estava usando.
Todos esses níveis se articulam em torno da naturalização da idéia de que vivemos num estado de exceção, uma situação atípica que demandaria regras também atípicas para sua solução. Essa naturalização permite um relativismo de valores e práticas, de direitos e garantias no que dizem respeito à dignidade da vida humana. Falar em direitos humanos não faz nenhum sentido num estado de coisas que institui valores desiguais para as vidas humanas de acordo com critérios como cor da pele, origem social e mesmo idade, já que os jovens pobres e negros são hoje as principais vítimas de homicídios, bem como formam a maioria da população carcerária do país.
No entanto, é preciso afirmar que o estado de exceção na verdade é a regra sob o capitalismo, que não pode prescindir, sobretudo em sociedades dramaticamente desiguais como a brasileira, do trato brutal com os de baixo.
Não há como não lembrar aqui de um poema escrito por Bertolt Brecht num contexto de vitória do fascismo na Europa, no qual outros homens de preto, em defesa da ordem do capital, esvaziaram de significado a palavra humanidade:
A exceção e a regra
Estranhem o que não for estranho.
Tomem por inexplicável o habitual.
Sintam-se perplexos ante o cotidiano.
Tratem de achar um remédio para o abuso.
Mas não se esqueçam de que o abuso é sempre a regra.
[1] Richard Sennet. A corrosão do caráter. Conseqüências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro, Record. 1999.
Mardonio Barros(MST/Observatório da Indústria Cultural)
"Homem de preto,
qual é sua missão?
É invadir favela
E deixar corpo no chão."
Esse "canto de guerra" é um dos muitos entoados pelo BOPE (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar) nos seus treinamentos. Muito significativo e direto, já que mostra claramente onde se localizam os inimigos a serem abatidos. Trata-se de uma guerra contra os pobres, recrudescida em tempos neoliberais nos quais a contrapartida da criação de uma sociedade do desemprego é a necessidade das classes dominantes ampliarem não somente os meios para obtenção do consenso, mas também os instrumentos coercitivos que mantenham os oprimidos sob controle.
Em meio às crescentes denúncias contra a atuação do BOPE nas favelas cariocas, que se pauta por uma política deliberada de extermínio ao arrepio do Estado de direito, surgem nas ruas da cidade cópias do filme Tropa de elite, antes mesmo de seu lançamento no cinema, previsto para o mês de outubro. Tropa de elite já é um sucesso de público, está "na boca do povo", fascina adolescentes e mesmo crianças de classe média, e reúne no orkut uma comunidade com mais de 55 mil membros. Virou também assunto da imprensa, devido ao suposto vazamento da cópia não autorizada, que acarretou processos e ameaças de prisão dos envolvidos.
Com produção no estilo hollywoodiano, o filme tem como ponto de partida o livro Elite da tropa, escrito pelo sociólogo e ex-subsecretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro Luiz Eduardo Soares, pelo capitão do BOPE André Batista (negociador no seqüestro do ônibus 174) e por Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE. Mas não reproduz fielmente nas telas as histórias nele contadas. O personagem central nessa articulação é Rodrigo Pimentel, um dos roteiristas do filme. Pimentel foi "descoberto" no documentário Notícias de uma guerra particular, de 1997, dirigido por João Moreira Salles e Kátia Lund e forneceu o mote do título do filme, enunciando uma tese que vem ganhando fôlego e pautando as políticas de segurança pública do Estado: vivemos num estado de guerra entre, de um lado, o Estado e os "cidadãos de bem" e, de outro, os bandidos/traficantes. E não se trata de qualquer guerra. Mas sim de uma guerra total que, nos moldes da "guerra ao terror" empreendida por Bush, justifica a suspensão dos direitos humanos e legitima práticas ilegais como torturas e execuções sumárias com base na idéia de que elas são necessárias para garantir a segurança pública. É preciso lembrar ainda que argumento semelhante foi amplamente utilizado, na história recente do país, para justificar os arbítrios cometidos pelo Estado durante a ditadura militar. No caso do filme, é o narrador, capitão Nascimento, que afirma: "se o BOPE não existisse, os traficantes já teriam tomado a cidade há muito tempo". Nessa lógica de um tudo ou nada distorcido, quem defende direitos humanos, defende os bandidos e é cúmplice da violência urbana que assola a cidade.
Cúmplices são também os que consomem as drogas ilícitas vendidas nas favelas. O tráfico de armas (e a indústria bélica que dele se beneficia), as ligações extra-favela do tráfico que, como todos sabem, atingem autoridades que organizam de fato as redes do crime, cujo elo mais fraco são os "vagabundos" assassinados cotidianamente pelo Estado, não são levados em conta nesse argumento. Numa das cenas mais chocantes do filme, capitão Nascimento, após comandar uma ação que resulta na morte de um traficante, esfrega o rosto de um estudante, que estava na favela consumindo drogas, em cima do sangue que sai do buraco aberto pela bala no peito do jovem morto e pergunta se ele sabia quem havia matado o rapaz. O estudante diz que foi um dos policiais, ao que Nascimento responde: "um de vocês é o caralho! Quem matou esse cara aqui foi você. Seu viado, seu maconheiro, é você quem financia essa merda. A gente sobe aqui pra desfazer a merda que vocês fazem."
Portanto, coerção e consumo estão no centro das teses que organizam o filme.
Tropa de elite conta a história do drama privado do capitão Nascimento, significativo nome para um oficial "padrão" de uma polícia que tem como símbolo uma faca na caveira. Capitão Nascimento vai ser pai e o nascimento de seu filho o impulsiona a buscar um substituto no comando de uma guarnição do BOPE. Cansado da "guerra" cotidiana travada nas favelas cariocas, com síndrome do pânico e pressionado pela esposa grávida, Nascimento é um herói humanizado, um personagem complexo, ao mesmo tempo forte, incorruptível, carismático e também frágil, capaz de sentir remorsos pela morte de um menino fogueteiro, denominado por ele "sementinha do mal", que resulta de uma operação sob seu comando.
Os candidatos a substituto de Nascimento são Neto e Matias, aspirantes a oficiais da polícia militar que se negam a participar dos esquemas de corrupção da corporação e, por conta disso, acabam se incorporando ao curso preparatório do BOPE. Neto é descrito como tendo a polícia no coração. Destemido e impulsivo, exímio atirador, gostava dos combates nas favelas e era o favorito de Nascimento. Seu amigo Matias, negro e de origem pobre, era mais racional, "gostava da lei" e se dividia entre ser estudante de direito da PUC e pertencer à polícia. Seguindo a classificação de Nascimento, os policiais cariocas só têm três alternativas: "ou se corrompem, ou se omitem ou vão para guerra". Aprendizes de heróis, Neto e Matias só poderiam seguir a terceira opção.
Por conta da faculdade, Matias se envolve com uma menina de classe média alta que dirige uma ONG patrocinada por um político no Morro dos Prazeres e "fechada" com o chefe do tráfico na favela. A princípio, seus colegas da faculdade, ligados à ONG, não sabem que Matias é policial. Todos os estudantes são consumidores de drogas ilícitas. Um deles é "avião" e vende drogas na universidade.
Baiano, o chefe do tráfico na favela da ONG, assim como os colegas e a namorada de Matias descobrem que ele é policial através de uma foto que sai publicada nas páginas de um jornal. Esse fato desencadeia uma série de eventos que culminam na morte de Neto e na conversão definitiva de Matias em oficial do BOPE durante a caça a Baiano, motivada pela necessidade de vingar a morte do amigo. O policial que "gostava da lei" passa a torturar e executar, provando assim sua conversão de corpo e alma. O homem preto se torna homem de preto, "caveira, meu capitão".
Nossos mariners tupiniquins são apresentados como soldados muito bem treinados, capazes de suportar um treinamento destinado a poucos, uma elite exemplar com um papel fundamental no estado de sítio em que vivemos: conter os pobres. Tropa de elite recolhendo corpos supérfluos daqueles que, em outros tempos, eram exército de reserva de mão-de-obra e que hoje, em meio ao desemprego estrutural e à ditadura do capital financeiro, são o lixo da sociedade.
A necessidade de conter (e mesmo eliminar) os pobres é o objetivo dessa guerra particular ou privada e, nesse contexto, uma tropa de elite se configura como uma tropa DA elite, necessária para garantir a ordem e o respeito à propriedade privada. Isso explica porque 100% das operações do BOPE são realizadas em favelas.
No filme, o discurso que legitima o BOPE e suas ações é persuasivo e se articula em três níveis. Num primeiro nível, o BOPE aparece como uma resposta à ineficiência e corrupção da "polícia convencional" e aos políticos que a alimentam. Assim, essa elite de policiais é apresentada como incorruptível e como um padrão a ser seguido, de referência internacional. O lema "faca na caveira e nada na carteira" resume esse discurso moralista e pragmático que atende perfeitamente aos apelos midiáticos por ordem e moralidade.
Um segundo nível pode ser identificado na apresentação do BOPE como uma seita que, através de um árduo rito de passagem – o curso de treinamento -, seleciona homens fortes, honestos e "formados na base da porrada", preparados para resistir às piores provações. A seleção é a base da consolidação de uma camaradagem entre essa elite, em oposição àqueles que "nunca serão", reatualizada nas práticas cotidianas de transgressão da lei. Numa das cenas do filme, um coronel e seus comandados, entre eles Nascimento, estão organizando as turmas do curso preparatório. Entre risadas e num clima descontraído, o coronel diz que não quer saber de tímpano perfurado em aula inaugural e de mão cortada. Mesma complacência para com os "excessos", que afinal sempre podem ser "merecidos", que ocorrem durante as operações nas favelas. Em tempos de fragmentação, individualismo e consumismo, podemos imaginar o apelo desse discurso que louva um corpo de homens unidos por um forte sentimento de pertencimento a uma elite e por um orgulho quase racial, seres superiores, elevados, em meio ao mundo de miséria, fraqueza e corrupção. Homens de caráter em tempos de corrosão do caráter. [1]
O terceiro nível desse discurso persuasivo é o do indivíduo, de seus dramas pessoais, que humaniza o herói e o aproxima dos seres humanos comuns, capazes de se reconhecerem e se identificarem com ele. Capitão Nascimento é o herói que sacrifica a vida pessoal e que não estende sua brutalização à vida privada. Como na cena em que ele, durante uma operação na favela, logo depois de se emocionar ao ouvir ao celular o coração do filho batendo na barriga da mãe, manda seu subordinado atirar dizendo: "senta o dedo nessa porra!". Ou no momento em que, de farda, vindo da "guerra", chora ao ver seu filho recém-nascido na maternidade. Nascimento trata sua mulher de forma amorosa e se sensibiliza com as pressões que ela faz para que ele saia do BOPE. Com exceção de uma cena, após a morte de Neto, a única em que ele aparece fardado no ambiente doméstico, na qual ele grita: "quem manda nessa porra aqui sou eu e você não vai mais abrir a boca para falar do meu batalhão nessa casa". Significativamente, após impor seu comando em casa, ele fica curado dos ataques de pânico e joga fora os medicamentos psiquiátricos que estava usando.
Todos esses níveis se articulam em torno da naturalização da idéia de que vivemos num estado de exceção, uma situação atípica que demandaria regras também atípicas para sua solução. Essa naturalização permite um relativismo de valores e práticas, de direitos e garantias no que dizem respeito à dignidade da vida humana. Falar em direitos humanos não faz nenhum sentido num estado de coisas que institui valores desiguais para as vidas humanas de acordo com critérios como cor da pele, origem social e mesmo idade, já que os jovens pobres e negros são hoje as principais vítimas de homicídios, bem como formam a maioria da população carcerária do país.
No entanto, é preciso afirmar que o estado de exceção na verdade é a regra sob o capitalismo, que não pode prescindir, sobretudo em sociedades dramaticamente desiguais como a brasileira, do trato brutal com os de baixo.
Não há como não lembrar aqui de um poema escrito por Bertolt Brecht num contexto de vitória do fascismo na Europa, no qual outros homens de preto, em defesa da ordem do capital, esvaziaram de significado a palavra humanidade:
A exceção e a regra
Estranhem o que não for estranho.
Tomem por inexplicável o habitual.
Sintam-se perplexos ante o cotidiano.
Tratem de achar um remédio para o abuso.
Mas não se esqueçam de que o abuso é sempre a regra.
[1] Richard Sennet. A corrosão do caráter. Conseqüências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro, Record. 1999.
domingo, 23 de setembro de 2007
Tarantino
Quentin Tarantino: “À Prova de Morte”
“À Prova de Morte”, o mais recente trabalho de Quentin Tarantino ("Kill Bill"), tem previsão de lançamento no Brasil no dia 31 de março de 2008, segundo a distribuidora Europa Filmes. O que significa que seus fãs terão de esperar mais um bocado para apreciar seu novo trabalho.
Já o filme “Planeta Terror”, de Robert Rodriguez, que foi exibido nos EUA em sessão conjunta com o filme de Tarantino, tem a data prevista para o dia 2 de novembro deste ano. A sessão, batizada de “Grindhouse”, em homenagem aos antigos cinemas da década de 70, não foi bem recepcionada pelo público norte-americano, Quentin Tarantino levando à separação das produções.
Ambas as produções serão exibidas no Festival do Rio (20/9 a 4/10), quanto pela Mostra de São Paulo que terá início em outubro. A vinda dos diretores para os lançamentos, que há meses foi prometida, ainda não foi confirmada.
“À Prova de Morte” traz a história de “Stuntman Mike”, interpretado por Kurt Russel (“Poseidon”), um dublê assassino que se utiliza de seu carro nada singelo, um digno “american muscle”, para aterrorizar a vida de dançarinas no Texas. Estão também no elenco Rosario Dawson (“Alexandre”), Rose McGowan (“Dália Negra”) e o também diretor Eli Roth (“O Albergue”).
“À Prova de Morte”, o mais recente trabalho de Quentin Tarantino ("Kill Bill"), tem previsão de lançamento no Brasil no dia 31 de março de 2008, segundo a distribuidora Europa Filmes. O que significa que seus fãs terão de esperar mais um bocado para apreciar seu novo trabalho.
Já o filme “Planeta Terror”, de Robert Rodriguez, que foi exibido nos EUA em sessão conjunta com o filme de Tarantino, tem a data prevista para o dia 2 de novembro deste ano. A sessão, batizada de “Grindhouse”, em homenagem aos antigos cinemas da década de 70, não foi bem recepcionada pelo público norte-americano, Quentin Tarantino levando à separação das produções.
Ambas as produções serão exibidas no Festival do Rio (20/9 a 4/10), quanto pela Mostra de São Paulo que terá início em outubro. A vinda dos diretores para os lançamentos, que há meses foi prometida, ainda não foi confirmada.
“À Prova de Morte” traz a história de “Stuntman Mike”, interpretado por Kurt Russel (“Poseidon”), um dublê assassino que se utiliza de seu carro nada singelo, um digno “american muscle”, para aterrorizar a vida de dançarinas no Texas. Estão também no elenco Rosario Dawson (“Alexandre”), Rose McGowan (“Dália Negra”) e o também diretor Eli Roth (“O Albergue”).
sábado, 22 de setembro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
domingo, 16 de setembro de 2007
sábado, 15 de setembro de 2007
CPMF mais 4 anos
Tamanho da fonte:Pequeno | Medio | Grande | Envie por e-mail|Preparar para impressão - Veja a cobertura completa do Fórum EXAME PME- Bye, bye, Petrobras- Eugênio Staub deixa a presidência da Gradiente- Empresas pagam até R$ 5,5 mil para atrair os melhores trainees- Positivo amplia liderança no Brasil e vira 15ª maior fabricante mundial de PCs mais lidos - Vende como água- Venda do GBarbosa agita varejo- Empresas pagam até R$ 5,5 mil para atrair os melhores trainees- Executivos na vitrine- Nível de emprego nos EUA cai pela primeira vez desde 2003mais impressos - Ações para a aposentadoria - Masa é a melhor empresa para trabalhar em 2007 - Como se aposentar com 15 000 reais - Mais um magnata mexicano vem aí - Empresas pagam até R$ 5,5 mil para atrair os melhores trainees mais enviados - Masa é a melhor empresa para trabalhar em 2007- Ações para a aposentadoria- Renault planeja produzir carro de R$ 6 mil no Brasil- Como se aposentar com 15 000 reais- Mais um magnata mexicano vem aíAvalie a reportagem:Palocci comemora CPMF, mas vê dificuldades à frente FracaBoaExcelenteMédia dos usuáriosFracaBoaExcelentePalocci comemora CPMF, mas vê dificuldades à frente | 14.09.2007 | 09h41
PublicidadePor Rosana de Cassia e Ribamar OliveiraAgência Estado O deputado Antonio Palocci (PT-SP) comemorou a aprovação, na madrugada de hoje, na comissão especial da Câmara, da proposta que prorroga a cobrança da CPMF até 2011. "É uma vitória importante da base do governo. Eu acho que ela ajuda a compor a reforma tributária que virá depois. Agora vamos para a próxima etapa, que vai ser intensa, difícil e longa", disse Palocci, que foi o relator da proposta de emenda constitucional (PEC). A dificuldade a que ele se refere, na entrevista gravada para o programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, é a votação da PEC no Senado, onde a oposição tem mais votos.
A preocupação do governo é confirmada pela oposição. "Eles (governo) não ganharam ainda a guerra. Apenas uma batalha. Esta foi uma batalha perdida, mas nós temos várias batalhas ainda para terminar a guerra. E nós vamos vencer. Se não for na Câmara, no Senado vamos derrotar a CPMF", garantiu o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), na mesma reportagem do Bom Dia Brasil.
A PEC que prorroga a CPMF segue agora para apreciação no plenário da Câmara. A expectativa do líder do governo, José Múcio Monteiro (PTB-PE) é que a matéria no plenário seja votada a partir da próxima quarta-feira, à noite, ou no máximo na quinta-feira. A pauta da Casa está obstruída por medidas provisórias, mas o líder acredita que haverá um esforço para liberá-la na próxima semana.
A PEC, aprovada pela comissão especial, permite que a alíquota seja reduzida, parcial ou totalmente, por meio de lei. Palocci colocou, no entanto, uma trava: a redução da alíquota só poderá ser feita de 0,38% para, no máximo, 0,20%. Com isso, o ex-ministro quis preservar os recursos destinados à área de saúde. A proposta original do governo não tinha essa limitação.
PublicidadePor Rosana de Cassia e Ribamar OliveiraAgência Estado O deputado Antonio Palocci (PT-SP) comemorou a aprovação, na madrugada de hoje, na comissão especial da Câmara, da proposta que prorroga a cobrança da CPMF até 2011. "É uma vitória importante da base do governo. Eu acho que ela ajuda a compor a reforma tributária que virá depois. Agora vamos para a próxima etapa, que vai ser intensa, difícil e longa", disse Palocci, que foi o relator da proposta de emenda constitucional (PEC). A dificuldade a que ele se refere, na entrevista gravada para o programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, é a votação da PEC no Senado, onde a oposição tem mais votos.
A preocupação do governo é confirmada pela oposição. "Eles (governo) não ganharam ainda a guerra. Apenas uma batalha. Esta foi uma batalha perdida, mas nós temos várias batalhas ainda para terminar a guerra. E nós vamos vencer. Se não for na Câmara, no Senado vamos derrotar a CPMF", garantiu o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), na mesma reportagem do Bom Dia Brasil.
A PEC que prorroga a CPMF segue agora para apreciação no plenário da Câmara. A expectativa do líder do governo, José Múcio Monteiro (PTB-PE) é que a matéria no plenário seja votada a partir da próxima quarta-feira, à noite, ou no máximo na quinta-feira. A pauta da Casa está obstruída por medidas provisórias, mas o líder acredita que haverá um esforço para liberá-la na próxima semana.
A PEC, aprovada pela comissão especial, permite que a alíquota seja reduzida, parcial ou totalmente, por meio de lei. Palocci colocou, no entanto, uma trava: a redução da alíquota só poderá ser feita de 0,38% para, no máximo, 0,20%. Com isso, o ex-ministro quis preservar os recursos destinados à área de saúde. A proposta original do governo não tinha essa limitação.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Psicologia explica sobe-e-desce das bolsas
Psicologia explica sobe-e-desce das bolsas, diz autor de Freakonomics | 12.09.2007 | 09h30Em entrevista a EXAME, Stephen Dubner diz que modelos econômicos tidos como regra são menos poderosos que a psicologia para entender o movimento das bolsas dos EUA
Publicidade
Por Peri de Castro
EXAME Conversar com o jornalista Stephen Dubner, um dos dois autores do best-seller Freakonomics, e manter o diálogo na linha planejada é tarefa das mais complicadas, mesmo numa entrevista breve. Em poucas respostas, ele é capaz de arrancar risadas de todos os que o ouvem e age de maneira tão espontânea que o assunto logo deriva de mercado de ações para o drinque que ele tomou durante o almoço. Esse mesmo tom acessível e bem-humorado foi um dos motivos pelos quais Dubner e seu parceiro no livro, o economista Steven Levitt, conseguiram vender 2 milhões de exemplares de Freakonomics, só no Estados Unidos. O estilo informal não impede a dupla de fazer críticas sérias à maneira como os economistas mais conservadores excluem o fator humano de suas análises. De passagem por São Paulo, nesta terça-feira (11/09), Dubner afirmou em entrevista ao Portal EXAME que a racionalidade – uma das premissas da Economia clássica – nem sempre é o padrão no comportamento humano e explicou por que acredita que a observação do comportamento de massa às vezes pode ser mais útil para explicar o movimento das bolsas do que os tratados de Finanças.
Portal EXAME – Desde o seu lançamento, em 2005, Freakonomics foi alvo de muita discussão e tornou-se best seller em diversos países, inclusive no Brasil. O livro produziu algum impacto na maneira como hoje pensamos a economia?
Dubner - Provavelmente não. A maior parte das pessoas continua a ver a economia como prescrição do futuro e, nesse sentido, nosso trabalho é menos ambicioso. No livro, nós tentamos explicar o passado a partir da análise de dados. É algo mais simples e talvez mais eficiente do que tentar adivinhar o futuro com base em experiências anteriores.
Portal EXAME – Um dos aspectos mais marcantes em Freakonomics é a tentativa de mostrar como a irracionalidade interfere na economia. De que maneira os governos e as empresas podem levar o comportamento irracional em conta ao fazer suas análises?
Dubner - Muitos de nós agimos de maneira mais irracional do que gostaríamos de acreditar. Os especialistas hoje observam aspectos complexos da economia, fazem modelos matemáticos, mas quase sempre acabam ignorando aquilo que não pode ser medido, justamente por não ser possível quantificar esses fatores. Acontece que eles também interferem na maneira como nos comportamos. Veja o exemplo das emoções: não se costuma discutir a felicidade ou a raiva dos indivíduos como um fator decisivo da realidade. Um ganhador de um Prêmio Nobel de Economia provavelmente acharia sem sentido o fato de um economista começar a estudar, por exemplo, o efeito do número de divórcios no Texas sobre a maneira como as mulheres daquele Estado agem, mas isso pode fazer mais diferença para entender aquela realidade do que alguma equação aplicada a todos os lugares. Hoje, já se vê pesquisadores atrás de avaliar a felicidade de uma determinada população e esse é um passo positivo. Em cinco anos, é provável que estejamos medindo a felicidade como se ela fosse uma ação ou um bem palpável.
Portal EXAME – Onde é possível identificar sinais dessa irracionalidade no cenário atual?
Dubner – Um bom exemplo é o mercado de ações nos Estados Unidos. É uma área onde freqüentemente incorporamos sentimentos relativos, de comparação com os demais, e na qual muitas vezes desafia-se a lógica, em termos absolutos. Um investidor que observa suas ações se valorizarem 2%, quando a Bolsa subiu 4%, pode sentir-se um fracassado e retirar seus investimentos de onde aplicou, apesar de ter ganhado dinheiro. Quando esse comportamento se multiplica para um grande número de investidores, acabamos chegando a situações pouco previsíveis e é isso que se vê no mercado financeiro. Em situações de massa, quando há muitos pessoas interessadas numa mesma coisa, a psicologia pode ser mais poderosa do que uma aposta em modelos econômicos tidos como regra.
Portal EXAME – Essa irracionalidade explica o que se vê na crise das hipotecas nos Estados Unidos, hoje?
Dubner – Não. Nesse caso, a única irracionalidade é que as pessoas tenham ficado tão surpresas com a crise. Todos os atores agiram de maneira racional, desde os tomadores de empréstimo, que aproveitaram o crédito fácil para conseguir os financiamentos que desejavam, até as empresas que emprestavam dinheiro a quem não possuía bom histórico de pagamento e, com isso, esperavam lucrar. Só que essa aposta evidentemente era muito arriscada. Havia boas chances de que o resultado a longo prazo fosse a incapacidade de manter esse ritmo e foi o que aconteceu.
Portal EXAME – Vocês afirmam em Freakonomics que o comportamento das pessoas e da própria economia baseiam-se em boa medida nos incentivos positivos ou negativos para agir daquela maneira. As empresas têm conseguido aplicar bem esses incentivos em busca de produtividade?
Dubner - As companhias, em sua maioria, não são muito boas com incentivos. Em geral, imagina-se que o incentivo econômico é o mais eficiente, mas às vezes há motivações não-financeiras que explicam por que as pessoas produzem mais ou menos. Não se pode imaginar que o estímulo que funciona numa situação vá funcionar em todas. Elas precisam experimentar formas diferentes de interagir.
Portal EXAME – Existe, então, uma maneira de criar melhores incentivos à produtividade e à criatividade?
Dubner – As empresas ainda são muito fracas em experimentação. Elas podiam, por exemplo, esquecer um pouco os brainstormings e as grandes reuniões em busca de um consenso. Gasta-se horas fazendo brotar dez idéias para depois eliminar nove delas e apostar em apenas uma. Por que não deixar que os autores dessas dez idéias desenvolvam separadamente e em escala menor seus projetos, para então optar por aquele que melhor funciona? Pode parecer sem sentido, mas no Google a rotina deles funciona um pouco assim, cada funcionário usa boa parte de seu tempo nos projetos dos quais mais gosta e eles conseguem bons resultados dessa maneira.
Portal EXAME – Seu parceiro no livro, Steven Levitt, e você estão preparando uma segunda versão do Freakonomics, a ser lançada em 2009. Sobre o que será o novo livro?
Dubner - O estilo será o mesmo. Vamos continuar analisando pequenos problemas em busca de soluções. Olhamos para as grandes questões econômicas mundiais e pensamos que, se já há gente muito mais esperta tentando resolvê-las, podemos contribuir procurando respostas rigorosas para as pequenas. Dessa vez, porém, temos um material muito interessante sobre prostituição e a maneira como ela funciona. Também vamos abordar a idéia do talento, para questionar o senso comum de que nascemos com a predisposição para fazer algo. Qualquer aspecto que se relacione à maneira como as pessoas podem ganhar a vida é um bom campo de estudo para o Freakonomics.
Envie por e-mail|
Preparar para impressãoComentários (total: 0) Nome
Comentário
Comentar "Psicologia explica sobe-e-desce das bolsas, diz autor de Freakonomics"Para inserir um comentário você precisa estar autenticado. Use os campos no alto da página para informar seus dados.
Publicidade
Por Peri de Castro
EXAME Conversar com o jornalista Stephen Dubner, um dos dois autores do best-seller Freakonomics, e manter o diálogo na linha planejada é tarefa das mais complicadas, mesmo numa entrevista breve. Em poucas respostas, ele é capaz de arrancar risadas de todos os que o ouvem e age de maneira tão espontânea que o assunto logo deriva de mercado de ações para o drinque que ele tomou durante o almoço. Esse mesmo tom acessível e bem-humorado foi um dos motivos pelos quais Dubner e seu parceiro no livro, o economista Steven Levitt, conseguiram vender 2 milhões de exemplares de Freakonomics, só no Estados Unidos. O estilo informal não impede a dupla de fazer críticas sérias à maneira como os economistas mais conservadores excluem o fator humano de suas análises. De passagem por São Paulo, nesta terça-feira (11/09), Dubner afirmou em entrevista ao Portal EXAME que a racionalidade – uma das premissas da Economia clássica – nem sempre é o padrão no comportamento humano e explicou por que acredita que a observação do comportamento de massa às vezes pode ser mais útil para explicar o movimento das bolsas do que os tratados de Finanças.
Portal EXAME – Desde o seu lançamento, em 2005, Freakonomics foi alvo de muita discussão e tornou-se best seller em diversos países, inclusive no Brasil. O livro produziu algum impacto na maneira como hoje pensamos a economia?
Dubner - Provavelmente não. A maior parte das pessoas continua a ver a economia como prescrição do futuro e, nesse sentido, nosso trabalho é menos ambicioso. No livro, nós tentamos explicar o passado a partir da análise de dados. É algo mais simples e talvez mais eficiente do que tentar adivinhar o futuro com base em experiências anteriores.
Portal EXAME – Um dos aspectos mais marcantes em Freakonomics é a tentativa de mostrar como a irracionalidade interfere na economia. De que maneira os governos e as empresas podem levar o comportamento irracional em conta ao fazer suas análises?
Dubner - Muitos de nós agimos de maneira mais irracional do que gostaríamos de acreditar. Os especialistas hoje observam aspectos complexos da economia, fazem modelos matemáticos, mas quase sempre acabam ignorando aquilo que não pode ser medido, justamente por não ser possível quantificar esses fatores. Acontece que eles também interferem na maneira como nos comportamos. Veja o exemplo das emoções: não se costuma discutir a felicidade ou a raiva dos indivíduos como um fator decisivo da realidade. Um ganhador de um Prêmio Nobel de Economia provavelmente acharia sem sentido o fato de um economista começar a estudar, por exemplo, o efeito do número de divórcios no Texas sobre a maneira como as mulheres daquele Estado agem, mas isso pode fazer mais diferença para entender aquela realidade do que alguma equação aplicada a todos os lugares. Hoje, já se vê pesquisadores atrás de avaliar a felicidade de uma determinada população e esse é um passo positivo. Em cinco anos, é provável que estejamos medindo a felicidade como se ela fosse uma ação ou um bem palpável.
Portal EXAME – Onde é possível identificar sinais dessa irracionalidade no cenário atual?
Dubner – Um bom exemplo é o mercado de ações nos Estados Unidos. É uma área onde freqüentemente incorporamos sentimentos relativos, de comparação com os demais, e na qual muitas vezes desafia-se a lógica, em termos absolutos. Um investidor que observa suas ações se valorizarem 2%, quando a Bolsa subiu 4%, pode sentir-se um fracassado e retirar seus investimentos de onde aplicou, apesar de ter ganhado dinheiro. Quando esse comportamento se multiplica para um grande número de investidores, acabamos chegando a situações pouco previsíveis e é isso que se vê no mercado financeiro. Em situações de massa, quando há muitos pessoas interessadas numa mesma coisa, a psicologia pode ser mais poderosa do que uma aposta em modelos econômicos tidos como regra.
Portal EXAME – Essa irracionalidade explica o que se vê na crise das hipotecas nos Estados Unidos, hoje?
Dubner – Não. Nesse caso, a única irracionalidade é que as pessoas tenham ficado tão surpresas com a crise. Todos os atores agiram de maneira racional, desde os tomadores de empréstimo, que aproveitaram o crédito fácil para conseguir os financiamentos que desejavam, até as empresas que emprestavam dinheiro a quem não possuía bom histórico de pagamento e, com isso, esperavam lucrar. Só que essa aposta evidentemente era muito arriscada. Havia boas chances de que o resultado a longo prazo fosse a incapacidade de manter esse ritmo e foi o que aconteceu.
Portal EXAME – Vocês afirmam em Freakonomics que o comportamento das pessoas e da própria economia baseiam-se em boa medida nos incentivos positivos ou negativos para agir daquela maneira. As empresas têm conseguido aplicar bem esses incentivos em busca de produtividade?
Dubner - As companhias, em sua maioria, não são muito boas com incentivos. Em geral, imagina-se que o incentivo econômico é o mais eficiente, mas às vezes há motivações não-financeiras que explicam por que as pessoas produzem mais ou menos. Não se pode imaginar que o estímulo que funciona numa situação vá funcionar em todas. Elas precisam experimentar formas diferentes de interagir.
Portal EXAME – Existe, então, uma maneira de criar melhores incentivos à produtividade e à criatividade?
Dubner – As empresas ainda são muito fracas em experimentação. Elas podiam, por exemplo, esquecer um pouco os brainstormings e as grandes reuniões em busca de um consenso. Gasta-se horas fazendo brotar dez idéias para depois eliminar nove delas e apostar em apenas uma. Por que não deixar que os autores dessas dez idéias desenvolvam separadamente e em escala menor seus projetos, para então optar por aquele que melhor funciona? Pode parecer sem sentido, mas no Google a rotina deles funciona um pouco assim, cada funcionário usa boa parte de seu tempo nos projetos dos quais mais gosta e eles conseguem bons resultados dessa maneira.
Portal EXAME – Seu parceiro no livro, Steven Levitt, e você estão preparando uma segunda versão do Freakonomics, a ser lançada em 2009. Sobre o que será o novo livro?
Dubner - O estilo será o mesmo. Vamos continuar analisando pequenos problemas em busca de soluções. Olhamos para as grandes questões econômicas mundiais e pensamos que, se já há gente muito mais esperta tentando resolvê-las, podemos contribuir procurando respostas rigorosas para as pequenas. Dessa vez, porém, temos um material muito interessante sobre prostituição e a maneira como ela funciona. Também vamos abordar a idéia do talento, para questionar o senso comum de que nascemos com a predisposição para fazer algo. Qualquer aspecto que se relacione à maneira como as pessoas podem ganhar a vida é um bom campo de estudo para o Freakonomics.
Envie por e-mail|
Preparar para impressãoComentários (total: 0) Nome
Comentário
Comentar "Psicologia explica sobe-e-desce das bolsas, diz autor de Freakonomics"Para inserir um comentário você precisa estar autenticado. Use os campos no alto da página para informar seus dados.
Classe Média
Papagaio de todo telejornal
Eu acredito
Na imparcialidade da revista semanal
Sou classe média,
compro roupa e gasolina no cartão
Odeio “coletivos” e
vou de carro que comprei a prestação
Só pago impostos,
Estou sempre no limite do meu cheque especial
Eu viajo pouco, no máximo um
Pacote CVC tri-anual
Mas eu “tô nem aí”
Se o traficante é quem manda na favela
Eu não “tô nem aqui”
Se morre gente ou tem enchente em Itaquera
Eu quero é que se exploda a periferia toda
Mas fico indignado com o Estado
Quando sou incomodado
Pelo pedinte esfomeado
Que me estende a mão
O pára-brisa ensaboado
É camelô, biju com bala
E as peripécias do artista
Malabarista do farol
Mas se o assalto é em “Moema”
O assassinato é no “Jardins”
E a filha do executivo
É estuprada até o fim
Aí a mídia manifesta
A sua opinião regressa
De implantar pena de morte
Ou reduzir a idade penal
E eu que sou bem informado
Concordo e faço passeata
Enquanto aumento a audiência
E a tiragem do jornal
Porque eu não “tô nem aí”
Se o traficante é quem manda na favela
Eu não “tô nem aqui”
Se morre gente ou tem enchente em Itaquera
Eu quero é que se exploda a periferia toda
Toda tragédia só me importa
Quando bate em minha porta
Porque é mais fácil condenar
Quem já cumpre pena de vida
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Um pouco mais de malandragem

[b][i]Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Cansada com minhas meias três quartos
Rezando baixo pelos cantos
Por ser uma menina má
Quem sabe o príncipe virou um chato
Que vive dando no meu saco
Quem sabe a vida é não sonhar
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta e não aprendi a amar
Eu sou poeta e não aprendi a amar
Bobeira é não viver a realidade
E eu ainda tenho uma tarde inteira
E eu ando nas ruas
Eu troco cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque[/b][/i]
Apenas para voce...

Caetano veloso - Sonhos
Tudo era apenas uma brincadeira e foi crescendo crescendo e me absolvendo..
e de repente eu me vi axim completamente seu..
vi a mnh força amarrada no seu passo...vi k sem vc n ha caminho.. n me axo..
vi um grande amor gritar dentro de mim como eu sonhei um dia
qd o meu mundo era mais mundo e tdo o mundo admitia uma mudança mto estranha
mais pureza,mais carinho
mais calma, mais alegriaa, no meu jeito de me dar
qd a cançao se fez mais clara e mais sentidaa
qd a poesia realmente fez furia na mnh vidaaa
vc veio falar dexa paixao inesperada por outra pessoaa
mas n tem revolta n, so quero que vc s encontre
saudade ate ké bom..
melhor k caminhar vazio
a esperança é um dom k eu tenhu em mim...
eu tenhu sim..
n tem desespero n, vc me ensinou milhoes d coisas
tenhu um sonho em mnhs maos
amanha sera um novo deia, certamente serei mais feliz
qd o meu mundo era mais mundo e tdo o mundo admitia uma mudança mto estranha
mais pureza,mais carinho
mais calma, mais alegriaa, no meu jeito de me dar
qd a cançao se fez mais clara e mais sentidaa
qd a poesia realmente fez furia na mnh vidaaa
vc veio falar dexa paixao inesperada por outra pessoaa
mas n tem revolta n, so quero que vc s encontre
saudade ate ké bom..
melhor k caminhar vazio
a esperança é um dom k eu tenhu em mim...
eu tenhu sim..
n tem desespero n, vc me ensinou milhoes d coisas
tenhu um sonho em mnhs maos
amanha é um novo dia certamente vou ser maisfeliz
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
San Sebastian
Praia de San Sebastian

"San Sebastian" - Alien Ant Farm
Been losing sleep around you
Don't know just how I found you
We swam in San Sebastian
Broken necks and halo traction
We swam in San Sebastian...
Hearing something not right in your tone
Got a feeling that you're not quite on your own
I swim in San Diego
Tie these bricks to my legs and let go
Tie these bricks to my legs and let go...
[CHORUS]
Been losing sleep around you
Don't know just how I found you
Been losing sleep around you
Don't know just how I found you
Please. Don't. Leave. [x2]
I swim in San Diego
Tie these bricks to my legs and let go!
So I'll go through this again
Hear you say that we're just friends
I'll drown in a thousand lakes
If it means that you'll miss me

"San Sebastian" - Alien Ant Farm
Been losing sleep around you
Don't know just how I found you
We swam in San Sebastian
Broken necks and halo traction
We swam in San Sebastian...
Hearing something not right in your tone
Got a feeling that you're not quite on your own
I swim in San Diego
Tie these bricks to my legs and let go
Tie these bricks to my legs and let go...
[CHORUS]
Been losing sleep around you
Don't know just how I found you
Been losing sleep around you
Don't know just how I found you
Please. Don't. Leave. [x2]
I swim in San Diego
Tie these bricks to my legs and let go!
So I'll go through this again
Hear you say that we're just friends
I'll drown in a thousand lakes
If it means that you'll miss me
terça-feira, 4 de setembro de 2007
A diferença é qse sempre incompreendida

O preço de ser diferente, genial, e despojado.
Disparo contra o sol
sou forte sou por acaso
minha metralhadora cheia de mágoas
eu sou o cara
cansado de correr
na direção contrária
sem podium de chegada
ou beijo de namorada
eu sou mais um cara
Mas se você achar que tô derrotado
saiba que ainda estou rolando os dados
por que o tempo
o tempo não pára
dias sim, dias não
eu vou sobrevivendo sem um arranhão
na caridade de quem me detesta
a tua piscina esta cheia de ratos
tuas idéias não correspondem aos fatos
o tempo não para
eu vejo um futuro repete o passado
eu vejo um museu de grandes novidades
o tempo não para
não para não não para
eu não tenho data pra comemorar
às vezes os maus dias são de par em par
procurando agulha no palheiro
nas noites de frio é melhor nem nascer
nas de calor se escolhe é matar ou morrer
e assim nos tornamos brasileiros
te chamam de ladrão de bicha maconheiro
transformam um pais inteiro num puteiro
pois assim se ganha mais dinheiro
a tua piscina esta cheia de ratos
tuas idéias não correspondem aos fatos
o tempo não para
eu vejo um futuro repete o passado
eu vejo um museu de grandes novidades
o tempo não para
não para não não para
Agrhhhhhhhh!
Print: Chevelle - Send The Pain Below Lyrics print version
I liked,
Having hurt,
So send the pain below,
Where I need it.
You used to beg me,
To take,
Care of things,
And smile at the thoughts,
Of me failing.
But long before,
Having hurt,
I'll send the pain below,
I'll send the pain below.
Much like suffocating,
Much like suffocating,
Much like suffocating (I'll send the pain below),
Much like suffocating (I'll send the pain below).
You used run me away,
All while laughing,
Then cry about that fact,
Til my returns.
But long before,
Having hurt,
I'll send the pain below,
I'll send the pain below.
Much like suffocating,
Much like suffocating,
Much like suffocating (I'll send the pain below),
Much like suffocating (I'll send the pain below),
Much like suffocating!
I can'y feel my chest (chest, chest),
Anymore,
Drop down,
Cause I am, (?)
I can't feel my chest (chest, chest) (RAHH!!!.)
Drop down! (RAHHHHHH!!!.)
I liked,
Having hurt,
So send the pain below,
So send the pain below (Much like suffocating) (I liked),
So send the pain below (Much like suffocating) (Having hurt),
So send the pain below (Much like suffocating),
So send the pain below (Much like suffocating),
So send the pain below.
I liked,
Having hurt,
So send the pain below,
Where I need it.
You used to beg me,
To take,
Care of things,
And smile at the thoughts,
Of me failing.
But long before,
Having hurt,
I'll send the pain below,
I'll send the pain below.
Much like suffocating,
Much like suffocating,
Much like suffocating (I'll send the pain below),
Much like suffocating (I'll send the pain below).
You used run me away,
All while laughing,
Then cry about that fact,
Til my returns.
But long before,
Having hurt,
I'll send the pain below,
I'll send the pain below.
Much like suffocating,
Much like suffocating,
Much like suffocating (I'll send the pain below),
Much like suffocating (I'll send the pain below),
Much like suffocating!
I can'y feel my chest (chest, chest),
Anymore,
Drop down,
Cause I am, (?)
I can't feel my chest (chest, chest) (RAHH!!!.)
Drop down! (RAHHHHHH!!!.)
I liked,
Having hurt,
So send the pain below,
So send the pain below (Much like suffocating) (I liked),
So send the pain below (Much like suffocating) (Having hurt),
So send the pain below (Much like suffocating),
So send the pain below (Much like suffocating),
So send the pain below.
Não deixe que o medo lhe ....
DRUMMOND
CONGRESSO INTERNACIONAL DO MEDO
Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que estereliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.
O MEDO
Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.
E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.
Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.
Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.
Fazia frio em São Paulo...
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.
Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.
Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?
Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas
do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.
Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.
E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.
O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.
Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.
Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes...
Fiéis herdeiros do medo,
eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.
CONGRESSO INTERNACIONAL DO MEDO
Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que estereliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.
O MEDO
Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.
E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.
Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.
Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.
Fazia frio em São Paulo...
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.
Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.
Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?
Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas
do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.
Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.
E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.
O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.
Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.
Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes...
Fiéis herdeiros do medo,
eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.
Uma má escolha...

Porque que não pensei nisso antes?!
Me arrependo... de não ter feito.
Naquele dia eu deveria ter falado, td bem.
Portishead - Beautiful
you can depend uncertainty
count it out and weigh it off again
you can be sure you've reach the end
and still you don't feel
(you know about anything)
Chorus
Do you know you're beautiful
Do you know you're beautiful
do you know your beautiful
you are
yes you are
You can ignore what you've become
Take it our a see it die again
You can be here for who's a friend
And still you don't feel
(you know about anyone)
(Chorus)
Innermost thoughts will be understood and...
You can have all you need
(Chorus)
Portishead - It Could Be Sweet
I don't want to hurt you
For no reason have I but fear
And I ain't guilty of the crimes you accuse me of
But I'm guilty of fear
I'm sorry to remind
You but I'm scared of what we're creating
This life ain't fair
You don't get something for nothing, turn now
Mmmm gotta try a little harder
It could be sweet
Like a long forgotten dream
And we don't need them to cast the fate we have
Love don't always shine thru
Cos I don't wanna lose
What we had last time your
leaving
This life ain't fair
You don't get something for nothing, turn now
Mmmm gotta try a little harder
It could be sweet.....
But the thoughts we try to deny
Take a toll upon our lives
We struggle on in depths of pride
Tangled up in single minds
Cos I don't wanna lose
What we had last time your
leaving
This life ain't fair
You don't get something for nothing, turn back
Mmmm gotta try a little harder
Cos I don't wanna lose
What we had last time your leaving
This life ain't fair
You don't get something for nothing, turn back
Mmmm gotta try a little harder
It could be sweet
Para conhecer melhor Depp
Filmografia
2007 - Piratas do Caribe - No fim do mundo (Pirates of the Caribbean: At world's end)
2006 - Piratas do Caribe - O baú da morte (Pirates of the Caribbean: Dead man's chest)
2005 - A noiva-cadáver (Corpse bride, The) (voz)
2005 - A fantástica fábrica de chocolate (Charlie and the chocolate factory)
2004 - Ils se marièret et eurent beaucoup d'enfants
2004 - Rum diary, The
2004 - O libertino (Libertine, The)
2004 - Janela secreta (Secret window)
2004 - Em busca da Terra do Nunca (Finding Neverland)
2003 - Piratas do Caribe - A maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean)
2003 - Era uma vez no México (Once upon a time in Mexico)
2002 - Nailed right in
2001 - Profissão de risco (Blow)
2001 - Do inferno ( From Hell)
2000 - Chocolate (Chocolat)
2000 - Porque choram os homens (Man who cried, The)
2000 - Antes do anoitecer (Before night falls)
1999 - A lenda do cavaleiro sem cabeça (Sleepy Hollow)
1999 - Enigma do espaço (Austronaut's wife, The)
1999 - O último portal (Ninth gate, The)
1999 - Source, The
1998 - Absolutamente Los Angeles (L.A. without a map)
1998 - Medo e delírio (Fear and loathing in Las Vegas)
1997 - O bravo (Brave, The)
1997 - Donnie Brasco (Donnie Brasco)
1996 - Cannes Man
1995 - Tempo esgotado (Nick of time)
1995 - Dead man (Dead man)
1995 - Don Juan de Marco (Don Juan deMarco)
1994 - Ed Wood (Ed Wood)
1993 - Gilbert Grape - Aprendiz de sonhador (What's eating Gilbert Grape)
1993 - Benny & Joon - Corações em conflito (Benny & Joon)
1993 - Arizona dream - Um sonho americano (Arizona dream)
1991 - A hora do pesadelo 6 - Pesadelo final - A morte de Freddy (Freddy's dead: The final nightmare)
1990 - Edwards mãos-de-tesoura (Edward scissorhands)
1990 - Cry-baby (Cry-baby)
1986 - Platoon (Platoon)
1986 - Queimando-se lentamente (Slow burn) (TV)
1985 - Férias do barulho (Private resort)
1984 - A hora do pesadelo (A nightmare on Elm Street)
Prêmios
- Recebeu 2 indicações ao Oscar de Melhor Ator, por "Piratas do Caribe" (2003) e "Em Busca da Terra do Nunca" (2004).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Drama, por "Em Busca da Terra do Nunca" (2004).
- Recebeu 6 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia/Musical, por "Edward Mãos-de-Tesoura" (1990), "Benny & Joon - Corações em Conflito" (1993), "Ed Wood" (1994),"Piratas do Caribe" (2003), "A Fantástica Fábrica de Chocolate" (2005) e "Piratas do Caribe - O Baú da Morte" (2006).
- Recebeu 2 indicações ao BAFTA de Melhor Ator, por "Piratas do Caribe" (2003) e "Em Busca da Terra do Nunca" (2004).
- Ganhou em 1999 um César honorário.
- Ganhou o MTV Movie Awards de Melhor Ator, por "Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra " (2003).
- Ganhou o MTV Movie Awards de Melhor Performance, por "Piratas do Caribe - O Baú da Morte" (2006).
- Recebeu 2 indicações ao MTV Movie Awards de Melhor Comediante, por "Benny & Joon - Corações em Conflito" (1993) e "Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra" (2003).
- Recebeu uma indicação ao MTV Movie Awards de Melhor Dupla, por "Benny & Joon - Corações em Conflito" (1993).
Curiosidades
- Estreou na direção com "O Bravo", em que também atuou e escreveu o roteiro.
- Fez parte do elenco da série da TV americana "Anjos da Lei", entre 1987 e 1990.
- Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 7020 Hollywood Boulevard.
2007 - Piratas do Caribe - No fim do mundo (Pirates of the Caribbean: At world's end)
2006 - Piratas do Caribe - O baú da morte (Pirates of the Caribbean: Dead man's chest)
2005 - A noiva-cadáver (Corpse bride, The) (voz)
2005 - A fantástica fábrica de chocolate (Charlie and the chocolate factory)
2004 - Ils se marièret et eurent beaucoup d'enfants
2004 - Rum diary, The
2004 - O libertino (Libertine, The)
2004 - Janela secreta (Secret window)
2004 - Em busca da Terra do Nunca (Finding Neverland)
2003 - Piratas do Caribe - A maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean)
2003 - Era uma vez no México (Once upon a time in Mexico)
2002 - Nailed right in
2001 - Profissão de risco (Blow)
2001 - Do inferno ( From Hell)
2000 - Chocolate (Chocolat)
2000 - Porque choram os homens (Man who cried, The)
2000 - Antes do anoitecer (Before night falls)
1999 - A lenda do cavaleiro sem cabeça (Sleepy Hollow)
1999 - Enigma do espaço (Austronaut's wife, The)
1999 - O último portal (Ninth gate, The)
1999 - Source, The
1998 - Absolutamente Los Angeles (L.A. without a map)
1998 - Medo e delírio (Fear and loathing in Las Vegas)
1997 - O bravo (Brave, The)
1997 - Donnie Brasco (Donnie Brasco)
1996 - Cannes Man
1995 - Tempo esgotado (Nick of time)
1995 - Dead man (Dead man)
1995 - Don Juan de Marco (Don Juan deMarco)
1994 - Ed Wood (Ed Wood)
1993 - Gilbert Grape - Aprendiz de sonhador (What's eating Gilbert Grape)
1993 - Benny & Joon - Corações em conflito (Benny & Joon)
1993 - Arizona dream - Um sonho americano (Arizona dream)
1991 - A hora do pesadelo 6 - Pesadelo final - A morte de Freddy (Freddy's dead: The final nightmare)
1990 - Edwards mãos-de-tesoura (Edward scissorhands)
1990 - Cry-baby (Cry-baby)
1986 - Platoon (Platoon)
1986 - Queimando-se lentamente (Slow burn) (TV)
1985 - Férias do barulho (Private resort)
1984 - A hora do pesadelo (A nightmare on Elm Street)
Prêmios
- Recebeu 2 indicações ao Oscar de Melhor Ator, por "Piratas do Caribe" (2003) e "Em Busca da Terra do Nunca" (2004).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Drama, por "Em Busca da Terra do Nunca" (2004).
- Recebeu 6 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia/Musical, por "Edward Mãos-de-Tesoura" (1990), "Benny & Joon - Corações em Conflito" (1993), "Ed Wood" (1994),"Piratas do Caribe" (2003), "A Fantástica Fábrica de Chocolate" (2005) e "Piratas do Caribe - O Baú da Morte" (2006).
- Recebeu 2 indicações ao BAFTA de Melhor Ator, por "Piratas do Caribe" (2003) e "Em Busca da Terra do Nunca" (2004).
- Ganhou em 1999 um César honorário.
- Ganhou o MTV Movie Awards de Melhor Ator, por "Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra " (2003).
- Ganhou o MTV Movie Awards de Melhor Performance, por "Piratas do Caribe - O Baú da Morte" (2006).
- Recebeu 2 indicações ao MTV Movie Awards de Melhor Comediante, por "Benny & Joon - Corações em Conflito" (1993) e "Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra" (2003).
- Recebeu uma indicação ao MTV Movie Awards de Melhor Dupla, por "Benny & Joon - Corações em Conflito" (1993).
Curiosidades
- Estreou na direção com "O Bravo", em que também atuou e escreveu o roteiro.
- Fez parte do elenco da série da TV americana "Anjos da Lei", entre 1987 e 1990.
- Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 7020 Hollywood Boulevard.
Que Ator, Que Homem!
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
20 anos

AAAAAAAAAAAAH EU QUERO NAO ENVELHECER
VIVA AO PETER PAN
Você já sabe
Me conhece muito bem
Eu sou capaz de ir e vou
Muito mais além
Do que você imagina
Eu não desisto
Assim tão fácil, meu amor
Das coisas que eu quero fazer
E ainda não fiz
Na vida tudo tem seu preço, seu valor
E eu só quero dessa vida é ser feliz
Eu não abro mão
Nem por você, nem por ninguém
Eu me desfaço dos meus planos
Quero saber bem mais
Que os meus 20 e poucos anos
Tem gente ainda
Me esperando pra contar
As novidades que eu
Já canso de saber
Eu sei também
Tem gente me enganando
Mas que bobagem
Já é tempo de crescer
minha música

(You guys ready?)
Alone, listless,
Breakfast table in an otherwise empty room,
Young girl, violence,
Centre of her own attention.
The - mother reads aloud,
Child - tries to understand it,
Tries to make her proud.
The shades go down, it's in her head,
Painted room,
Can't deny there's something wrong.
Don't call me daughter, not fit to,
The picture kept will remind me,
Don't call me daughter, not fit to,
The picture kept will remind me,
Don't call me...
She holds the hand that holds her down,
She will - rise above!
Don't call me daughter, not fit to,
The picture kept will remind me,
Don't call me daughter, not fit to be,
The picture kept will remind me,
Don't call me daughter, not fit to,
The picture kept will remind me,
Don't call me daughter, not fit to be,
The picture kept will remind me,
Don't call me...
The shades go down...
The shades go down...
The shades go... go...
Esta letra foi retirada do site www.letrasdemusicas.com.br
O difícil é a dúvida...

Nem sempre a resposta está pronta. Há uma beleza na dúvida que vale pena de ser apreciada. Forjar a resposta antes do tempo é a mesma coisa que colher frutos verdes...
Demora na dúvida... E descubra a sabedoria que insiste em se esconder na aus?ncia de palavras.
Responder perguntas é fácil. Difícil é ensinar a conviver com as dúvidas, forjar a vida a partir das incertezas, das inconclusoes e retic?ncias, permitindo que o mistério sobreviva. constantes invasoes da racionalidade, no horizonte de tantas realidades que nao sao desdobráveis, possíveis de serem dissecadas.
Viver pra responder cansa. Há
Porque sofremos tanto por amor?!
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor n?o advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e nao se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente nao sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tao bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por que?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeçoes irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e n?o conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e nao tivemos,
por todos os shows e livros e silencios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e nao compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos nao porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos nao porque nossa mae
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos nao porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos nao porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que nao foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que nao damos,
nas forças que nao usamos,
na prud?ncia egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
Nossa dor n?o advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e nao se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente nao sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tao bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por que?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeçoes irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e n?o conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e nao tivemos,
por todos os shows e livros e silencios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e nao compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos nao porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos nao porque nossa mae
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos nao porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos nao porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que nao foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que nao damos,
nas forças que nao usamos,
na prud?ncia egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
Passa, sempre passa...
A Perfect Circle - 3 Libras
Threw you the obvious
And you flew with it on your back,
A name in your recollection,
Down among a million same.
Difficult not to feel a little bit
Disappointed and passed over
When I look right through
To see you naked but oblivious
And you don't see me.
But I threw you the obvious
Just to see if there's more behind the
Eyes of a fallen angel,
Eyes of a tragedy.
Here I am expecting just a little bit
too much from the wounded.
But I see, see through it all,
See through and see you.
'Cause I threw you the obvious
To see what occurs behind the
Eyes of a fallen angel,
Eyes of a tragedy.
Oh well, oh well, apparently nothing.
Apparently nothing at all.
"load rule the world rule
He comands the world"
You don't, you don't, you don't see me.
You don't, you don't, you don't see me.
You don't, you don't, you don't see me.
You don't, you don't, you don't see me.
You don't see me.
You don't, you don't, you don't see me at all.
Nunca acreditei na ilusão de ter você pra mim
Me atormenta a previsão do nosso destino
Eu passando o dia a te esperar, você sem me notar
Quando tudo tiver fim, você vai estar com um cara
Um alguém sem carinho será sempre um espinho
Dentro do meu coração
Threw you the obvious
And you flew with it on your back,
A name in your recollection,
Down among a million same.
Difficult not to feel a little bit
Disappointed and passed over
When I look right through
To see you naked but oblivious
And you don't see me.
But I threw you the obvious
Just to see if there's more behind the
Eyes of a fallen angel,
Eyes of a tragedy.
Here I am expecting just a little bit
too much from the wounded.
But I see, see through it all,
See through and see you.
'Cause I threw you the obvious
To see what occurs behind the
Eyes of a fallen angel,
Eyes of a tragedy.
Oh well, oh well, apparently nothing.
Apparently nothing at all.
"load rule the world rule
He comands the world"
You don't, you don't, you don't see me.
You don't, you don't, you don't see me.
You don't, you don't, you don't see me.
You don't, you don't, you don't see me.
You don't see me.
You don't, you don't, you don't see me at all.
Nunca acreditei na ilusão de ter você pra mim
Me atormenta a previsão do nosso destino
Eu passando o dia a te esperar, você sem me notar
Quando tudo tiver fim, você vai estar com um cara
Um alguém sem carinho será sempre um espinho
Dentro do meu coração
Enloquecem calmamente

A cidade enlouquece sonhos tortos
Na verdade nada é o que parece ser
As pessoas enlouquecem calmamente
Viciosamente, sem prazer
A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não
As cortinas transparentes não revelam
O que é solitude, o que é solidão
Um desejo violento bate sem querer
Pânico, vertigem, obsessão
A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não
Tá sozinha, tá sem onda, tá com medo
Seus fantasmas, seu enredo, seu destino
Toda noite uma imagem diferente
Consciente, inconsciente, desatino
A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não
Mais uma mentira para viver.
Não quero nunca mais passar a semana esperando o final de semana.
Não há nada mais terrivel do que essa sensação de que em 5 de 7 dias eu acordo
e odeio o que vou fazer nas próximas 8 hrs, 8? Com sorte né.
Nada é pior do que trabalhar em algo que se detesta.
2 dias é algo muito passageiro.
Não consigo acreditar que gasto a tão infima vida q mal existe desta forma.
Façam aquilo que gostem
E entendam que o dinheiro de nada vale.
Desde pequena falaram-me que eu deveria ser uma boa aluna, ter um trabalho,
me dedicar a ele, e ser alguem poderosa. Gerente, diretor e presidente. A velha
concepção de bem sucedidos. Ter um belo carro na garagem, como um Vectra ou um
Fusion atualmente, filhos numa bela escola, uma familia perfeita e feliz.
Mas nunca me ensinaram a questionar para quem de fato eu deveria trabalhar.
Eu vejo pessoas perdendo suas vidas, em horas e horas de trabalho. Workholics, essa
é a nova palavra para definir os frutos do capitalismo.
"A sobre-valorização do trabalho, em desfavor da família, da cidadania ou da disponibilidade, é um sintoma de crise. E mais ainda quando não é uma escolha mas uma necessidade. Uma sociedade que premeia o totalitarismo da profissão é uma sociedade doente. Uma sociedade que olha o lazer e a contemplação como símbolos de preguiça carece de mudanças profundas"
Capitalismo.
Marx daria risada, numa 'eu nao disse?'
Trabalhamos para o capitalista que com certeza não trabalha tanto quanto a gente.
Alias, ele adora que achamos que isto é o certo. Ele adora quando os pobres tenham
10 filhos, sao 10 para ele explorar.
E fazemos tudo isso para sermos considerados bem sucedidos pela sociedade tambem
ludibriada por essa ideia.
Todos estressados, doentes... Cansados.
Honra ao merito. Isso que teremos.
Não há nada mais terrivel do que essa sensação de que em 5 de 7 dias eu acordo
e odeio o que vou fazer nas próximas 8 hrs, 8? Com sorte né.
Nada é pior do que trabalhar em algo que se detesta.
2 dias é algo muito passageiro.
Não consigo acreditar que gasto a tão infima vida q mal existe desta forma.
Façam aquilo que gostem
E entendam que o dinheiro de nada vale.
Desde pequena falaram-me que eu deveria ser uma boa aluna, ter um trabalho,
me dedicar a ele, e ser alguem poderosa. Gerente, diretor e presidente. A velha
concepção de bem sucedidos. Ter um belo carro na garagem, como um Vectra ou um
Fusion atualmente, filhos numa bela escola, uma familia perfeita e feliz.
Mas nunca me ensinaram a questionar para quem de fato eu deveria trabalhar.
Eu vejo pessoas perdendo suas vidas, em horas e horas de trabalho. Workholics, essa
é a nova palavra para definir os frutos do capitalismo.
"A sobre-valorização do trabalho, em desfavor da família, da cidadania ou da disponibilidade, é um sintoma de crise. E mais ainda quando não é uma escolha mas uma necessidade. Uma sociedade que premeia o totalitarismo da profissão é uma sociedade doente. Uma sociedade que olha o lazer e a contemplação como símbolos de preguiça carece de mudanças profundas"
Capitalismo.
Marx daria risada, numa 'eu nao disse?'
Trabalhamos para o capitalista que com certeza não trabalha tanto quanto a gente.
Alias, ele adora que achamos que isto é o certo. Ele adora quando os pobres tenham
10 filhos, sao 10 para ele explorar.
E fazemos tudo isso para sermos considerados bem sucedidos pela sociedade tambem
ludibriada por essa ideia.
Todos estressados, doentes... Cansados.
Honra ao merito. Isso que teremos.
domingo, 2 de setembro de 2007
Eu adoro as parodias dos meus idolos...
Aff....
Não é atoa q eu admiro essa mina...
Se liga na parodia que ela fez com a Fergie.
Tipo, arrebentou a mina... assim
Clipe mto engraçado
Dedicado a todas a interesseiras
No minimo ótimo!
"You Oughta Know"
I want you to know, that I'm happy for you
I wish nothing but the best for you both
An older version of me
Is she perverted like me
Would she go down on you in a theatre
Does she speak eloquently
And would she have your baby
I'm sure she'd make a really excellent mother
Cause the love that you gave that we made wasn't able
To make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died, till you died
But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
You seem very well, things look peaceful
I'm not quite as well, I thought you should know
Did you forget about me Mr. Duplicity
I hate to bug you in the middle of dinner
It was a slap in the face how quickly I was replaced
Are you thinking of me when you fuck her
Cause the love that you gave that we made wasn't able
To make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died, til you died
But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
Cause the joke that you laid on the bed that was me
And I'm not gonna fade
As soon as you close your eyes and you know it
And every time I scratch my nails down someone else's back
I hope you feel it...well can you feel it
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
Não é atoa q eu admiro essa mina...
Se liga na parodia que ela fez com a Fergie.
Tipo, arrebentou a mina... assim
Clipe mto engraçado
Dedicado a todas a interesseiras
No minimo ótimo!
"You Oughta Know"
I want you to know, that I'm happy for you
I wish nothing but the best for you both
An older version of me
Is she perverted like me
Would she go down on you in a theatre
Does she speak eloquently
And would she have your baby
I'm sure she'd make a really excellent mother
Cause the love that you gave that we made wasn't able
To make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died, till you died
But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
You seem very well, things look peaceful
I'm not quite as well, I thought you should know
Did you forget about me Mr. Duplicity
I hate to bug you in the middle of dinner
It was a slap in the face how quickly I was replaced
Are you thinking of me when you fuck her
Cause the love that you gave that we made wasn't able
To make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died, til you died
But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
Cause the joke that you laid on the bed that was me
And I'm not gonna fade
As soon as you close your eyes and you know it
And every time I scratch my nails down someone else's back
I hope you feel it...well can you feel it
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
sábado, 1 de setembro de 2007
Verdade (?)
Algum filosofo latino disse que nossa intuição existe, por algum tempo atras, sabiamos de toda a verdade.
Bom, então Deus, tirou algumas verdades de nós? Como castigo? "Filho, voce vai ficar sem X verdade, e com isso irá sofrer"
Seria nossos conhecimentos sobre a verdade capazes de nos tornar feliz? Será que saber a verdade é compreender o mundo e aceita-lo?
O espiritismo de Kardec dizia que estavamos na terra para aprender e conhecer a verdade. Então vivemos pra descobrir as verdades?
E a moral/ética/costumes onde entra nisso!?
Uma das passagens da biblia diz "Saiba a verdade e ela vos libertará" Algo do genêro...
Então a verdade e a libertadade andam juntas? E alem de companheiras uma é pré requisito pra outra... Hum...
Mas Socrates dizia q não há verdade. Existem várias e nenhuma ao mesmo tempo.
(PS: Se não há verdades, assim como toda regra tem uma excessão, então deva existir uma verdade, qual seria?" Talvez exista mais do que uma inclusive quando vc começa a pensar em excessões.)
Ah eu tenho duas certezas na minha vida, que vou morrer (Será? Vai q tem outros planos convivendo com o nosso, sabe lá...) e que vou pagar impostos pro Governo.
A parte do governo é a única certeza que eu tenho do texto todo. ICMS inclusive.
Lista de tributos do Brasil: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_tributos_do_Brasil
Esse é engraçadinho inclusive:
"ISSQN - Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza"
Então, Faça algo e pague imposto. rs
Bom, então Deus, tirou algumas verdades de nós? Como castigo? "Filho, voce vai ficar sem X verdade, e com isso irá sofrer"
Seria nossos conhecimentos sobre a verdade capazes de nos tornar feliz? Será que saber a verdade é compreender o mundo e aceita-lo?
O espiritismo de Kardec dizia que estavamos na terra para aprender e conhecer a verdade. Então vivemos pra descobrir as verdades?
E a moral/ética/costumes onde entra nisso!?
Uma das passagens da biblia diz "Saiba a verdade e ela vos libertará" Algo do genêro...
Então a verdade e a libertadade andam juntas? E alem de companheiras uma é pré requisito pra outra... Hum...
Mas Socrates dizia q não há verdade. Existem várias e nenhuma ao mesmo tempo.
(PS: Se não há verdades, assim como toda regra tem uma excessão, então deva existir uma verdade, qual seria?" Talvez exista mais do que uma inclusive quando vc começa a pensar em excessões.)
Ah eu tenho duas certezas na minha vida, que vou morrer (Será? Vai q tem outros planos convivendo com o nosso, sabe lá...) e que vou pagar impostos pro Governo.
A parte do governo é a única certeza que eu tenho do texto todo. ICMS inclusive.
Lista de tributos do Brasil: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_tributos_do_Brasil
Esse é engraçadinho inclusive:
"ISSQN - Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza"
Então, Faça algo e pague imposto. rs
Assinar:
Postagens (Atom)



























